
No Brasil as coisas são assim.
Em Rondônia, um dos Estado mais violentos do país, onde pistoleiros, esquadrões da morte, formados por policiais militares e paramilitares atuam livremente para defender os interesses de grandes fazendeiros, ligados aos políticos da capital Brasília.
Nos últimos tempos vem sendo escondido do público nacional e internacional a perseguição aos acampamentos de camponeses sem-terra. Devido ao grande número de assassinatos de militantes sem-terra, os camponeses decidiram pelo uso de camisas e máscaras para preservar a identidade dos camponeses... devido a esses "rostos tampados" encapuzados, os poderosos do Pará montaram uma campanha contra os sem-terra, os acusando de estarem montando uma guerrilha. A imprensa empresarial de Rondônia faz tempo promove uma campanha contra a LCP (Liga dos Camponenes Pobres) ligada à Liga Operária, os acusando de promover a luta armada. A pouco tempo, uma revista de circulação nacional, que não é a revista Veja, mas é séria candidata a substitui-la como a" imprensa da direita" (isso porque a Veja chegou ao limite da decadência, inclusive suas vendas caem vertiginosamente), estamos falando da revista Isto É, que publicou reportagens , igualmente enganosas, chamando a LCP e seus camponeses de guerrilheiros. O que aconteceu ? Dias depois ocorre uma chacina de camponeses sem-terra da LCP em Campo Novo, cerca de 100 paramilitares pagos pelos fazendeiros e fortemente armados, mataram 15 pessoas, inclusive uma mulher grávida. No momento do ataque outras famílias de camponeses sairam fugindo, deixando suas posses no acampamento, e estão a dias na beira de estradas. Os corpos foram ocultado pelos paramilitares e como um verdadeiro teatro, quando as autoridades foram lá não encontraram nada, e disseram a todos que não tinham ocorrido massacre nenhum.
Quer dizer, o Brasil além de promover matanças, oculta seus mortos, os escondem.
nestes links vc poder ver vídeo sobre a LCP.
O primeiro foi produzido pelos camponeses e o segundo é uma defesa contra a acusação de guerrilha em uma reportagem de uma TV local de Rondônia.
vídeo 1
vídeo 2
Em Rondônia, um dos Estado mais violentos do país, onde pistoleiros, esquadrões da morte, formados por policiais militares e paramilitares atuam livremente para defender os interesses de grandes fazendeiros, ligados aos políticos da capital Brasília.
Nos últimos tempos vem sendo escondido do público nacional e internacional a perseguição aos acampamentos de camponeses sem-terra. Devido ao grande número de assassinatos de militantes sem-terra, os camponeses decidiram pelo uso de camisas e máscaras para preservar a identidade dos camponeses... devido a esses "rostos tampados" encapuzados, os poderosos do Pará montaram uma campanha contra os sem-terra, os acusando de estarem montando uma guerrilha. A imprensa empresarial de Rondônia faz tempo promove uma campanha contra a LCP (Liga dos Camponenes Pobres) ligada à Liga Operária, os acusando de promover a luta armada. A pouco tempo, uma revista de circulação nacional, que não é a revista Veja, mas é séria candidata a substitui-la como a" imprensa da direita" (isso porque a Veja chegou ao limite da decadência, inclusive suas vendas caem vertiginosamente), estamos falando da revista Isto É, que publicou reportagens , igualmente enganosas, chamando a LCP e seus camponeses de guerrilheiros. O que aconteceu ? Dias depois ocorre uma chacina de camponeses sem-terra da LCP em Campo Novo, cerca de 100 paramilitares pagos pelos fazendeiros e fortemente armados, mataram 15 pessoas, inclusive uma mulher grávida. No momento do ataque outras famílias de camponeses sairam fugindo, deixando suas posses no acampamento, e estão a dias na beira de estradas. Os corpos foram ocultado pelos paramilitares e como um verdadeiro teatro, quando as autoridades foram lá não encontraram nada, e disseram a todos que não tinham ocorrido massacre nenhum.
Quer dizer, o Brasil além de promover matanças, oculta seus mortos, os escondem.
nestes links vc poder ver vídeo sobre a LCP.
O primeiro foi produzido pelos camponeses e o segundo é uma defesa contra a acusação de guerrilha em uma reportagem de uma TV local de Rondônia.
vídeo 1
vídeo 2
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